REDE PREVENTIVA À DEPENDÊNCIA QUIMICA DO RJ
Todos pela prevenção.
Não há aniversários hoje
Iniciado por Evandro de Jesus. Última resposta de Evandro de Jesus 24 Ago, 2010.
Segue abaixo divulgação do nosso próximo evento. Teremos prazer em recebê-los.
MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO
CML - 1ª RM
HOSPITAL GERAL DO RIO DE JANEIRO
Programa Phoenix / Auto–estima
Video debate
TEMA: DROGAS
Dia 15 de Agosto - 2ª feira Horário: 08:00h às 12:00h
Local:
Auditório do Hospital Geral do Rio de Janeiro Av Duque de Caxias, 1551- Vila Militar Informações pelo telefone: 2457-1832
9856 1580…
Postado por Evandro de Jesus em 13 agosto 2011 às 20:10
Postado por Evandro de Jesus em 15 novembro 2009 às 11:33
Postado por Evandro de Jesus em 15 novembro 2009 às 11:33
Postado por Evandro de Jesus em 24 setembro 2009 às 10:16
Postado por Evandro de Jesus em 18 setembro 2009 às 16:11
Nove meses após criação de normas para coibir o consumo de álcool e drogas nas aldeias da nação Karajá de Mato Grosso e Tocantins, as mortes decorrentes da dependência química continuam ocorrendo nas aldeias da Ilha do Bananal. As medidas foram estabelecidas durante seminário promovido em outubro de 2010 pelo Ministério Público de Tocantins em São Félix do Araguaia, 1.150 km ao nordeste de Cuiabá.
O alto índice de consumo de álcool favorece a violência e leva muitos indígenas ao suicídio, tanto homens quanto mulheres de acordo com a vice-presidente da Associação das Mulheres Karajá da Ilha do Bananal (TO), Deboréa Karajá.
Ela lembra que durante o seminário, o procurador do MP de Tocantins, Álvaro Manzano declarou ser contra a proibição da venda de bebida alcoólica a indígenas, considerando que todo cidadão brasileiro tem seus direitos e deveres preservados pela Constituição de 1988. “Nós achamos que não deveria vender bebida para índio”, contrapõem a líder.
Na época, o procurador justificou: “É necessário que os índios assumam o protagonismo de suas vidas, o que inclui a sustentabilidade das aldeias e também a capacidade de lidar com problemas como o abuso de álcool. O que estamos fazendo é uma forma de contribuir para isso, sem discriminar”.
Como a proibição foi descartada, normas foram estabelecidas para coibir o alcoolismo nas aldeias, como a criação de uma polícia indígena destinada a proteger os integrantes das aldeias de pessoas violentas devido à embriaguez, incentivos à prática de esportes, criação de centros de atividades longe das cidades e punição aos índios que levarem bebida para comercialização nas terras indígenas durante festas e comemorações tradicionais.
Segundo Deboréa Karajá, nenhuma dessas normas está sendo colocada em prática. “Ninguém liga pra esse problema. Nós precisamos de ajuda”, apela.
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